domingo, 6 de setembro de 2009

madrugada •



quando me sinto sozinha, corro pra cá. parece que o tempo aqui fica curto, que as letras arrendodadas ficam com todas as minhas lágrimas e assim vou vivendo. escorrendo. rasgando-as a cada nova fase, a cada nova descoberta incomum. e quando tudo acabar? e quando não parece ter sentido? mais me diga , o que faz sentido nesse mundo? gosto do sol, quando não me queima. amo as nuvens azul-rosas-violetas e as cinzas. gosto do gosto da chuva na ponta do meu nariz- língua. gosto do brilho dos teus olhos, gosto mais ainda quando encontram os meus. necessito de cheiro, cheiro-rastro. é... você meu pon.to fraco. sou fraca, perco o chão quando estou contigo, sem saída. sinto-me possuída por suas manias. seu detalhes tão meus, como um em dois. dois em um. ímpar querendo ser par. lá vem o amor nos dilacerar de novo.


nada faz sentido.
ou nada é sentido.
ou será que sinto demais?

2 comentários:

Priscila Rôde disse...

"você meu pon.to fraco. sou fraca, perco o chão quando estou contigo, sem saída. sinto-me possuída por suas manias. seu detalhes tão meus, como um em dois. dois em um. ímpar querendo ser par. lá vem o amor nos dilacerar de novo."

Tô assim, hahaha ;/

João disse...

Até a falta de sentido é um sentimento. Pq não existe o nada absoluto. E sente mais, quando se perde nos sentimentos.

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