"E se eu mudasse meu destino num passe de mágica? (...) Estranho, mas é sempre como se houvesse por trás do livre-arbítrio um roteiro fixo, pré-determinado, que não pode ser violado."
Caio F.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
MOVENÇÕES •
terça-feira, 20 de abril de 2010


e com o tempo vem o desapego, o desespero e o aconchego.
com o tempo a gente aprende ser gente grande.
com o tempo que fala: tic tac tic tac a gente aprende ser a esquecer.
esquecer que doeu e faz doer novamente com aquele mesmo tempo que se foi.
costumo chamar de estranho. tempo estranho. pessoas estranhas.
é, eu volto com esse tempo estranho como uma estranha.
com o tempo a gente aprende ser gente grande.
com o tempo que fala: tic tac tic tac a gente aprende ser a esquecer.
esquecer que doeu e faz doer novamente com aquele mesmo tempo que se foi.
costumo chamar de estranho. tempo estranho. pessoas estranhas.
é, eu volto com esse tempo estranho como uma estranha.
sábado, 30 de janeiro de 2010
domingo, 3 de janeiro de 2010
good luck 2010 •
desejo e amor. irmãos. por vezes gêmeos; nunca porém, gêmeos idênticos.
desejo é vontade de consumir. absorver, devorar, ingerir e digerir - aniquilar. O desejo não precisa ser instigado por nada mais do que a presença da alteridade. Essa presença é desde sempre uma afronta e uma humilhação. é uma compulsão a preencher lacuna que separa da alteridade, na medida em que esta acena e repele, em que seduz com a promessa do inexplorado e irrita por sua obstinada e evasiva diferença.
.
.
.
o amor, por outro lado, é a vontade de cuidar e de preservar o objeto cuidado. Um impulso centrífugo, ao contrário do centrípeto desejo. um impulso de expandir-se, ir além, alcançar o que 'está lá fora'. ingerir, absorver e assimilar o sujeito no objeto , e nâo vice-versa, como o caso do desejo.
desejo é vontade de consumir. absorver, devorar, ingerir e digerir - aniquilar. O desejo não precisa ser instigado por nada mais do que a presença da alteridade. Essa presença é desde sempre uma afronta e uma humilhação. é uma compulsão a preencher lacuna que separa da alteridade, na medida em que esta acena e repele, em que seduz com a promessa do inexplorado e irrita por sua obstinada e evasiva diferença.
.
.
.
o amor, por outro lado, é a vontade de cuidar e de preservar o objeto cuidado. Um impulso centrífugo, ao contrário do centrípeto desejo. um impulso de expandir-se, ir além, alcançar o que 'está lá fora'. ingerir, absorver e assimilar o sujeito no objeto , e nâo vice-versa, como o caso do desejo.
.
.
.
se o desejo quer consumir, o amor quer possuir.
.
.
se o desejo quer consumir, o amor quer possuir.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
À que ponto se chega
por amor..
.

O que foi? Está achando que você é imune à isso?
Se eu fosse você, não apostava!
sábado, 21 de novembro de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)




